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      <title><![CDATA[Todos os artigos - finuras.webnode.pt]]></title>
      <link>http://finuras.webnode.pt/archive/news/</link>
      <description></description>
      <language>pt</language>
      <pubDate>Wed, 06 Aug 2014 08:17:00 +0200</pubDate>
      <lastBuildDate>Wed, 06 Aug 2014 08:17:00 +0200</lastBuildDate>
      <category><![CDATA[As últimas]]></category>
      <category><![CDATA[Poesias]]></category>
      <category><![CDATA[Contribuições]]></category>
      <category><![CDATA[Convite]]></category>
      <category><![CDATA[Poesia da Semana II]]></category>
      <category><![CDATA[Poesiômetro - Histórico]]></category>
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      <category><![CDATA[Poesia da Semana II]]></category>
      <category><![CDATA[Outros comentários]]></category>
      <category><![CDATA[Poesiômetro]]></category>
      <category><![CDATA[Página inicial]]></category>
      <category><![CDATA[Boas vindas]]></category>
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      <category><![CDATA[Notícias]]></category>
      <category><![CDATA[Calendário de Eventos]]></category>
      <category><![CDATA[Enquete]]></category>
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         <title><![CDATA[Um novo Finuras]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/um-novo-finuras/</link>
         <description><![CDATA[Gente,
&nbsp;
Criei um novo Finuras, uma repaginada geral.
Daqui pra frente devo postar meus poemas no novo endereço. Anota aí:
&nbsp;
http://eumorandoemmim.blogspot.com.br/
&nbsp;
Espero vocês lá. Beijos.
&nbsp;
Cel Prado
]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 Aug 2014 08:17:00 +0200</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[seguindo em frente]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/seguindo-em-frente/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Era um dia daqueles,
difícil de engolir.
Nem com todo café do mundo, parecia possível.
Ela esperava que algumas horas de “seguindo em frente” fossem suficientes.
E, com isso, nascesse de novo seu espírito inderrubável.
&nbsp;
Foi quando surgiu aquela garota do tipo “sensitiva”.
Aquela que às vezes parece a mais distante
e que parece (quase sempre) atenta e disposta a socorrer.
Chegou como quem não quer nada e disse de um jeito tipo decidido:
“Tá tudo bem? Porque não parece”.
Era só disso...]]></description>
         <pubDate>Sun, 15 Jun 2014 09:53:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/seguindo-em-frente/</guid>
         <category><![CDATA[Poesias]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[vai uma bússola?]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/e-uma-bussola-/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Do alto dessa janela fechada,
vejo as pessoas pequeninas,
caminhando,
como se fossem a algum lugar.
&nbsp;
Andam decididas. E nervosas. Contam os minutos para o dia acabar.
Daqui de onde estou, vejo tudo e ando nada.
Prefiro ficar quieta,
esperando essa falta de norte passar.
&nbsp;
&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Sun, 15 Jun 2014 09:53:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Poesias]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Porque não entendo o que você não diz]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/porque-n%c3%a3o-entendo-o-que-voc%c3%aa-n%c3%a3o-diz/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Eu diria mais coisas,
se pudesse.
Se não achasse que essa coisa de falar com o coração
chega a te incomodar.
Eu faria mais declarações de amor velado,
escondido, disfarçado.
Se não temesse o ridículo,
se depois não me restasse só o vazio,
o desespero do silêncio.

Eu te daria meu coração de presente numa caixa,
junto com outras delicadezas.
Eu te daria mais presentes,
e te faria mais poemas,
se soubesse,
ah, se soubesse,
que você, pelo menos,&nbsp;
gosta de lê-los.

Porque já te conheço...]]></description>
         <pubDate>Sun, 15 Jun 2014 09:47:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/porque-n%c3%a3o-entendo-o-que-voc%c3%aa-n%c3%a3o-diz/</guid>
         <category><![CDATA[Poesias]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Poema para uma trapezista em recuperação]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/poema-para-uma-trapezista-em-recupera%c3%a7%c3%a3o/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
O amor é uma conversa fiada.
Dessas que servem pra fazer a gente dormir segura, confiante.
Mas o que nos protege de amar?
Que tipo de chave pode manter o coração seguro?
O amor é como aquela florzinha insistente,
aquele pedaço de vida malcriada que rompe o asfalto.
É pura beleza e encantamento.
Mas se algum descuidado passa sem olhar direito,
esmaga aquele sinal de vida vindo do nada.
&nbsp;
Há quem diga que vale a pena
(talvez eu esteja entre eles).
Mas não me iludo: a florzinha...]]></description>
         <pubDate>Sun, 15 Jun 2014 09:39:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/poema-para-uma-trapezista-em-recupera%c3%a7%c3%a3o/</guid>
         <category><![CDATA[As últimas]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Pulsão. De Sylvia Toledo, a doce Rosa Guimarães.]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/puls%c3%a3o-de-silvia-toledo%2c-a-doce-rosa-guimar%c3%a3es-/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Pulsão
&nbsp;E se me fosse possível escapar pelos poros deste desespero
E me livrar&nbsp;sem&nbsp;&nbsp;mágoas do acalento desta redoma?
&nbsp;
Se me fosse&nbsp;aberta&nbsp;a garganta,
Se não me fossem presos os lábios,
Quem sabe assim me doeriam menos os&nbsp;sorrisos
E tudo se confortaria em leve pulsão involuntária.
E se eu não temesse a&nbsp;angústia&nbsp;na profundidade da&nbsp;noite?
Se a solidão me fosse menos um cômodo que um consolo?
Quem sabe assim me afagariam menos os...]]></description>
         <pubDate>Tue, 13 May 2014 22:43:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/puls%c3%a3o-de-silvia-toledo%2c-a-doce-rosa-guimar%c3%a3es-/</guid>
         <category><![CDATA[Contribuições]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Moça séria]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/mo%c3%a7a-seria/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Era uma moça séria e levava a sério essa coisa de sentir com o coração.
Tendo andado muito tempo disfarçando sentimentos e procurando esquecer as coisas impossíveis, se achou no direito de um dia,&nbsp;um só dia, arrancar todos os disfarces e falar na linguagem da poesia.
Rabiscou mil e um projetos de dizer uma coisa só:
&nbsp;
Eu tenho outro idioma,
esse você não entende.
Ou entende, em parte.
Eu tenho outro idioma que serve para falar das coisas que não se diz com palavras.
Nesse meu...]]></description>
         <pubDate>Mon, 28 Apr 2014 21:06:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Poesias]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[sem título - Renato, ele mesmo]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/sem-titulo-renato-ele-mesmo/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Te guardo num lugar do peito

tão reservado e aquecido

que, às vezes, até me engano&nbsp;

pensando já ter te esquecido...
&nbsp;
&nbsp;
Renato Leite Júnior


&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Sat, 12 Apr 2014 17:17:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/sem-titulo-renato-ele-mesmo/</guid>
         <category><![CDATA[Contribuições]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Tudo cinza]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/tudo-cinza-/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Para provar que nosso sentimento
não combina, exatamente,
com o tempo lá fora.
Vejo que o cinza instalado em meu peito
em nada se parece com o amarelo radiante do sol
que me envergonha e me oprime.
&nbsp;
Queria poder apagar o cinza em mim.
Ou o amarelo do sol.
Tanto faz...
&nbsp;
&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Sat, 12 Apr 2014 17:06:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/tudo-cinza-/</guid>
         <category><![CDATA[Poesias]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Excesso]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/excesso/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Sua alegria é um insulto.
E eu escrevo isso para costurar o sentido do nó bagunçado que sinto em mim.
Só pode ser por isso, por causa do nó,
que acordei vendo todos os defeitos do mundo,
a começar por mim.
&nbsp;
Eu não encaixo direito nesse mundo ou esse mundo em nada se parece comigo.
&nbsp;
Mas também não tenho um mundo alternativo em mente.
E minto que entendo o que faz falta.
Tem muita sobra, isso sim.
Excesso de tudo nesse mundo: alegria e tristeza e dor.
Muita comida, com...]]></description>
         <pubDate>Sat, 12 Apr 2014 17:04:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Poesias]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[meu combustível]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/meu-combustivel/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Não vou fingir que não tô nem ligando.
	Que essa chuva insistente
	não causa impacto em mim.
	Não vou mentir: meu sangue ferve
	e eu sei bem por que..
	&nbsp;
	Não vou fazer o tipo decidido,
	bem resolvido,
	disposto a seguir o rumo das coisas,
	como as coisas quiserem ir.
	&nbsp;
	Também não acredito que existe uma essência de mim.
	&nbsp;
	Mas preciso dizer,
	pra você que me lê,
	e pra mim mesma que escrevo,
	que meu peito vazio não combina com esse meu estilo.
	Preciso dizer...]]></description>
         <pubDate>Sat, 12 Apr 2014 17:01:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/meu-combustivel/</guid>
         <category><![CDATA[Poesias]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Para Rosa Guimarães]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/para-rosa-guimar%c3%a3es/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Nunca vou escrever como você.
Que seja dito!
Você está anos luz&nbsp;
depois de mim.
E eu fico contente,
satisfeitíssima de, mesmo assim, poder te ler.
&nbsp;
Imagina que bastariam trinta e oito passos (lentos) até você.
É um labirinto,
mas não é tão difícil de percorrer.
E a gente pode passar meio século sem nem se ver.
&nbsp;
Procurei fazer um poema,cheio de sentimento,
a matéria prima que procuramos,
de que dispomos,&nbsp;
que insistimos em achar em tudo que lemos.
&nbsp;
Busquei...]]></description>
         <pubDate>Tue, 01 Apr 2014 23:37:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/para-rosa-guimar%c3%a3es/</guid>
         <category><![CDATA[Poesias]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[o rio vai longe]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/o-rio-vai-longe/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Andava nuns dias sem graça,
achando tudo meio torto,&nbsp;
necessitando conserto.&nbsp;
&nbsp;
As palavras dando um tempo,
não combinavam nada.&nbsp;
Se faziam incomunicáveis.
&nbsp;
Foi num dia comum,
de coisas comuns acontecendo,
[dentro e fora do peito].
Leu alguma coisa sobre o rio
e o seu curso inatingível.
&nbsp;
Foi pra casa diferente.
O rio borbulhava-lhe por dentro:
Grandes correntezas de água
poderosa, intransigente.
"Tenho andado em círculos", pensou.
"Ciclos de fazer a mesma...]]></description>
         <pubDate>Tue, 01 Apr 2014 22:58:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/o-rio-vai-longe/</guid>
         <category><![CDATA[Poesias]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[faz poesia]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/faz-poesia/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Não tenho bons conselhos pra te dar.
Ando aflita com as mesmas coisas, enfim.
Queria mesmo era poder cessar todo sofrimento.
Isso tudo que te tira o sono
e [por engano]
te faz acreditar que viver é muito difícil.
&nbsp;
Escuta bem o que te digo:
escreve poesia.
Põe as marcas do que te fere
em palavras.
Ainda que não digam tudo,
fazem o tudo parecer combatível...
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Wed, 19 Mar 2014 22:15:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/faz-poesia/</guid>
         <category><![CDATA[Poesias]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Nina Simone combina com Arrepio]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/nina-simone-combina-com-arrepio/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
Um conselho: ouça Nina Simone enquanto lê meus últimos poemas.
Ouça Nina Simone e leia meus poemas.
Um duplo conselho.
http://www.youtube.com/watch?v=GUcXI2BIUOQ&amp;feature=kp
&nbsp;
Cel Prado
]]></description>
         <pubDate>Tue, 18 Feb 2014 23:18:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/nina-simone-combina-com-arrepio/</guid>
         <category><![CDATA[Convite]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Finuras pode virar livro]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/finuras-pode-virar-livro/</link>
         <description><![CDATA[Meu plano pra 2014 (que coisa mais clichê fazer planos no início do ano! Eu sou super clichê, nunca falei não???) é publicar um livro com alguns poemas do Finuras e outros inéditos aqui no blog.
Por isso peço àqueles que passam por aqui, que me ajudem a escolher os melhores poemas para esse livro futuro. Fiquem à vontade para palpitar. É só mandar o(s) título(s) numa mensagem em "Deixe seu comentário e envie suas poesias". Agradeço a ajuda, de todo coração.
&nbsp;
Cel Prado
]]></description>
         <pubDate>Sat, 18 Jan 2014 12:53:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/finuras-pode-virar-livro/</guid>
         <category><![CDATA[Convite]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Sem título - Renato Leite Júnior]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/sem-titulo-renato-leite-junior1/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;

Pesa (íntima, secreta)&nbsp;

a lágrima que o olho

não secreta...&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Mon, 16 Dec 2013 23:18:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/sem-titulo-renato-leite-junior1/</guid>
         <category><![CDATA[Contribuições]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Me ignoro (Renato Leite Junior)]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/me-ignoro-renato-leite-junior-/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;

	
	Sou caminho ignoto:

	Um inócuo mar imoto,&nbsp;

	ou revolto maremoto!

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Mon, 16 Dec 2013 23:17:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/me-ignoro-renato-leite-junior-/</guid>
         <category><![CDATA[Contribuições]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[O mais que perfeito (Vinicius de Moraes) - contribuição Renato]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/o-mais-que-perfeito-%28vinicius-de-moraes%29-contribui%c3%a7%c3%a3o-renato/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;

	
		
		Ah, quem me dera ir-me&nbsp;
	
		&nbsp; &nbsp; &nbsp;Contigo agora&nbsp;
	
		Para um horizonte firme&nbsp;
	
		&nbsp; &nbsp; &nbsp;(Comum, embora...)&nbsp;
	
		Ah, quem me dera ir-me!&nbsp;
	
		&nbsp;
	
		Ah, quem me dera amar-te&nbsp;
	
		&nbsp; &nbsp; &nbsp;Sem mais ciúmes&nbsp;
	
		De alguém em algum lugar&nbsp;
	
		&nbsp; &nbsp; &nbsp;Que não presumes...&nbsp;
	
		Ah, quem me dera amar-te!&nbsp;
	
		&nbsp;
	
		Ah, quem me dera ver-te&nbsp;
	
		&nbsp; &nbsp; &nbsp;Sempre a meu...]]></description>
         <pubDate>Mon, 16 Dec 2013 22:59:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/o-mais-que-perfeito-%28vinicius-de-moraes%29-contribui%c3%a7%c3%a3o-renato/</guid>
         <category><![CDATA[Contribuições]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[um blog feminista e politicamente correto]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/um-blog-feminista-e-politicamente-correto/</link>
         <description><![CDATA[Um convite e uma proposta: vejam esse blog muito legal: &nbsp;http://mentopica.blogspot.com.br/
Duas adolescentes muito engajadas, usando a palavra para compartilhar ideias e pontos de vista. Muito legal.
]]></description>
         <pubDate>Sat, 05 Oct 2013 12:19:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/um-blog-feminista-e-politicamente-correto/</guid>
         <category><![CDATA[Convite]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Fissura - de Renato Leite Júnior]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/fissura-de-renato-leite-junior/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Ela me despe, sofregamente,
como se isso a salvasse&nbsp;
de um risco iminente&nbsp;
de morrer de saudades...

Renato Leite Junior
&nbsp;
&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Thu, 04 Apr 2013 08:15:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/fissura-de-renato-leite-junior/</guid>
         <category><![CDATA[Contribuições]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Amor é bicho instruído - poema de Drummond, contribuição de Renato.]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/amor-e-bicho-instruido-poema-de-drummond%2c-contribui%c3%a7%c3%a3o-de-renato-/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
Amor é bicho instruído (Carlos drummond de Andrade)

Amor é bicho instruído
Olha: o amor pulou o muro
o amor subiu na árvore
em tempo de se estrepar.
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que escorre do corpo andrógino.
Essa ferida, meu bem
às vezes não sara nunca
às vezes sara amanhã.
&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Mon, 25 Feb 2013 07:38:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/amor-e-bicho-instruido-poema-de-drummond%2c-contribui%c3%a7%c3%a3o-de-renato-/</guid>
         <category><![CDATA[Contribuições]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Sem título - Renato Leite Júnior]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/sem-titulo-renato-leite-junior/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;

	Sou um preâmbulo.

	Pelo meu texto completo

	perambulo,

	e verso por verso
vou me agregando...
&nbsp;
Renato Leite Júnior
]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 Feb 2013 07:52:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/sem-titulo-renato-leite-junior/</guid>
         <category><![CDATA[Contribuições]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Soneto da Devoção - Vínicius de Moraes (contrinbuição de Renato)]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/soneto-da-devo%c3%a7%c3%a3o-vinicius-de-moraes-%28contrinbui%c3%a7%c3%a3o-de-renato%29/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;

Soneto da devoção (Vinícius de Moraes)&nbsp;

Essa mulher que se arremessa, fria

	E lúbrica aos meu braços, e nos seios

	Me arrebata e me beija e balbucia&nbsp;

	Versos, votos de amor e nomes feios.

	&nbsp;

	Essa mulher, flor de melancolia&nbsp;

	Que se ri dos meus pálidos receios

	A única entre todas a quem dei

	Os carinhos que nunca a outra daria.

	&nbsp;

	Essa mulher que a cada amor proclama

	A miséria e a grandeza de quem ama

	E guarda a marca dos meus dentes...]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 Feb 2013 07:51:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/soneto-da-devo%c3%a7%c3%a3o-vinicius-de-moraes-%28contrinbui%c3%a7%c3%a3o-de-renato%29/</guid>
         <category><![CDATA[Contribuições]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Ode a sua beleza (Renato Leite Junior)]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/ode-a-sua-beleza-renato-leite-junior-/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	&nbsp;

	"Sua beleza de flor

	não há quem emule

	Não são páreos

	nem mesmo a pobre flor, o pareô,

	o tule

	&nbsp;

	[não há esplendorosa beleza

	que como a sua, por aí,

	circule]".

	&nbsp;

	Renato Leite Júnior

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;

	Ele voltou.

	quem

	é

	vivo

	sempre

	aparece.

	quem achou

	que

	ele

	não daria

	mais

	o ar

	da graça

	errou.

	Falamos

	juntos

	a mesma

	linguagem.

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Sat, 08 Dec 2012 08:50:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/ode-a-sua-beleza-renato-leite-junior-/</guid>
         <category><![CDATA[Contribuições]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Conselhos]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/conselhos/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
&nbsp;
8/02/2014:
A agenda da Tribo Edição 2014/2015 publicou três poemas de Cel Prado; todos os três disponíveis aqui no Finuras. As capas esse ano estão lindas. Gostaria de ter uma de cada das que mais gostei. E muitas poesias legais, viu gente? Tão bom fazer parte disso. Tanta gente que como eu dá um jeito de arrumar em verso as coisas que fazem seu coração pulsar...
Segue a versão completa do poema de Cel Prado que é possível conferir na Agenda, em parte:
&nbsp;
Sobre o...]]></description>
         <pubDate>Thu, 29 Nov 2012 09:01:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/conselhos/</guid>
         <category><![CDATA[Convite]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Eu tinha esquecido]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/eu-tinha-esquecido/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	&nbsp;

	Eu te carrego no esquecimento.

	E vez ou outra me lembro.

	Não é lá dentro que a gente guarda o que sente?

	E não é lá de dentro

	que o que a gente sente mexe com a gente?

	&nbsp;

	Melhor que tu estejas na minha memória,

	ainda que esquecido.

	Não quero viver sem o que guardo comigo.

	&nbsp;

	&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:22:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/eu-tinha-esquecido/</guid>
         <category><![CDATA[Poesia da Semana II]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de 16 de janeiro de 2012]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-16-de-janeiro-de-2012/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Ninguém arriscou na Lya Luft, mas esse poeminha com um tom levemente pessimista é dela. Seu título é Dança lenta e eu o copiei do livro "Para não dizer adeus".

	&nbsp;

	"Não somos nem bons nem maus

	somos tristes. Plantados entre chão

	e estrelas, lutamos com sangue,

	pedras e paus, sonho

	e arte.

	Nem vida nem morte:

	somos lúcida vertigem,

	glória e danação. Somos gente:

	dura tarefa.

	Com sorte, aqui e ali a ternura faz parte".

	
		
		&nbsp;


	E pra não dizer que ela...]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:15:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-16-de-janeiro-de-2012/</guid>
         <category><![CDATA[Poesiômetro - Histórico]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de 26 de janeiro de 2012]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-26-de-janeiro-de-2012/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Ela mesma! Toni Morrison. Sei que já tinha postado coisas dela, mas não resisti. Nessas férias eu mergulhei de cabeça no livro mais importante da autora. O que lhe rendeu o Pulitzer de 1988: Amada. O primeiro da trilogia que ainda inclui outros dois títulos: Paraíso e Jazz.

	&nbsp;

	Em Amada, Toni conta a história de Sethe, ex escrava que foge da fazenda onde vivia para encontrar com seus filhos que já tinham partido primeiro. Ela estava grávida de Denver, a filha que nasceu...]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:14:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-26-de-janeiro-de-2012/</guid>
         <category><![CDATA[Poesiômetro - Histórico]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de 23 de novembro de 2011]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-23-de-novembro-de-20111/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Simone de Beauvoir foi a esposa de Sartre e eu não sei direito porque tenho que começar a falar dela assim, como a esposa de alguém. Eu a conheci quando li uns trechos de "O Segundo Sexo", quase uma Bíblia do Feminismo, na época em que me sentia feminista. Foi um susto encontrar um livro dela de ficção, ainda que inconfundivelmente feminista e até auto biográfico, porque a gente sempre escreve sobre a gente, no fim das contas.

	Isso aconteceu numa tarde linda em que andava no Rio de...]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:12:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-23-de-novembro-de-20111/</guid>
         <category><![CDATA[Poesiômetro - Histórico]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de 28 de dezembro de 2011]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-28-de-dezembro-de-20111/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Não vou arriscar falando muito sobre a Lygia. "As meninas" foi o primeiro e único livro que li de sua autoria (pasmem!). Mas sei, dos tempos de escola, que ela é dos principais nomes da nossa literatura.

	&nbsp;

	Neste livro, ela conta a história de três moças que moram num pensionato, nos tempos da ditadura militar no Brasil. Cada uma das moças tem a oportunidade de falar sobre si mesma e a autora passeia muito desembaraçadamente entre as três, muitas vezes sem aviso prévio. É uma...]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:12:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-28-de-dezembro-de-20111/</guid>
         <category><![CDATA[Poesiômetro - Histórico]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de 27/09/2011]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-27-09-20111/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Toni Morrison é a minha escritora preferida. Será que a Adélia Prado vai ficar enciumada?

	Não é sem motivo que as duas são mulheres e conquistaram o meu coração de mulher apaixonada.

	Sua escrita (Toni) é feminina e complexa. O fato de incluir a temática da experiência negra em todos os seus romances só a faz ainda mais admirável.

	Ela nasceu em Lorain, no estado de Ohio, Estados Unidos, em 1931 e começou a escrever no final dos anos sessenta, quando se separou do marido, com...]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:11:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-27-09-20111/</guid>
         <category><![CDATA[Poesiômetro - Histórico]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de 23/03/2011]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-23-03-20111/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Que Adélia Prado é uma escritora mineira todo mundo sabe. Que nasceu em Divinópolis, todo mundo sabe.

	Que escreve de um jeito único, não é novidade.

	Que faz poesia em verso e prosa, nosso privilégio.

	Achei de bom tom inaugurar o poesiômetro com as palavras desta diva.

	&nbsp;

	&nbsp;

	Casamento
	
	
	Há mulheres que dizem:
	Meu marido, se quiser pescar, pesque,
	mas que limpe os peixes.
	Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,
	ajudo a escamar, abrir, retalhar e...]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:10:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-23-03-20111/</guid>
         <category><![CDATA[Poesiômetro - Histórico]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de 24/03/2011]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-24-03-20111/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Depois de tanto tempo e alguns poucos votos (hehehehe), trago a resposta ao teste do Poesiômetro de 24 de março.

	À colaboradora (ou colaborador, obviamente) que votou em Clarice, parabéns!

	Nesse texto, a autora faz as vezes do narrador (e escritor) da história de Macabéa, nossa heroína em "A Hora da Estrela".

	Não farei apresentações ao texto, uma vez que muita gente deve tê-lo feito e também porque não me encontro à altura da Clarice, talvez nem para comentá-la. Só quero dizer...]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:10:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-24-03-20111/</guid>
         <category><![CDATA[Poesiômetro - Histórico]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Enquete Pablo Neruda]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/enquete/</link>
         <description><![CDATA[
	De: Cel Prado

	&nbsp;

	Ele já escreveu sobre exploração social e política. E algumas das suas últimas palavras são uma declaração do amor e da completude que encontrou ao lado de Matilde, a sua amada:
	
	"...Foi tão belo viver
	quando vivias.
	O mundo é mais azul
	e mais terrestre de noite,
	quando durmo,
	enorme, dentro de tuas breves mãos".
	
	Final. Pablo Neruda
	
	
	Que tipo de coisa é essa que pode fazer um mundo tão injusto e cruel ficar mais azul pra gente?

	&nbsp;

	&nbsp;

	De:...]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:05:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/enquete/</guid>
         <category><![CDATA[Vamos falar de quem - Histórico]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Neruda]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/neruda/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Neruda foi o mais votado no primeiro "Vamos falar de quem?" e eu, obviamente preciso ser muito corajosa pra falar de quem não conheço. Pra isso me valho da minha ousadia, da confiança na ajuda de vocês, meus visitantes e associados e da minha aparente identidade super secreta.

	&nbsp;

	O Fórum aí do lado é um convite para que todo mundo escreva alguma coisa e dê sua opinião ou sua contribuição sobre nosso poeta. Não me desapontem, mergulhem nessa empreitada...]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:03:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/neruda/</guid>
         <category><![CDATA[Vamos falar de quem - Histórico]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Convite]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/convite/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Resolvi dar um tempo no Poesiômetro e inventei um novo jeito de convidar vocês a se relacionarem com o Finuras.

	No Vamos falar de quem? a gente vai se arriscar num negócio difícil que é falar da poesia dos outros (em prosa ou em verso). Vocês votam no(a) poeta que querem ver no nosso fórum e eu vou procurar alguma coisa dele (ou dela) pra gente comentar. Que tal?

	Espero vocês.

	&nbsp;

	&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:02:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/convite/</guid>
         <category><![CDATA[Vamos falar de quem - Histórico]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Eu aguento]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/eu-aguento/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Eu aguento que a poesia se cale

	e ninguém comente.

	&nbsp;

	Eu aguento que a dor de outrora

	dê lugar ao contentamento.

	&nbsp;

	Eu aguento que a alegria insípida

	não me dê versos e nem rimas.

	&nbsp;

	Eu aguento que meus desabafos

	não façam eco,

	que não desagradem e nem agradem.

	&nbsp;

	Eu aguento uma focinheira na minha ansiedade.

	Controle no meu pensamento.

	desisto. Desisto e desisto.

	Mas permaneço aqui imóvel,

	vez ou outra cuspo minhas...]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 14:50:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/eu-aguento/</guid>
         <category><![CDATA[Poesia da Semana II]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Pablo Neruda]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/pablo-neruda/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Neruda foi o mais votado no primeiro "Vamos falar de quem?" e eu, obviamente preciso ser muito corajosa pra falar de quem não conheço. Pra isso me valho da minha ousadia, da confiança na ajuda de vocês, meus visitantes e associados e da minha aparente identidade super secreta.

	&nbsp;

	O Fórum aí do lado é um convite para que todo mundo escreva alguma coisa e dê sua opinião ou sua contribuição sobre nosso poeta. Não me desapontem, mergulhem nessa empreitada...]]></description>
         <pubDate>Sun, 11 Mar 2012 18:03:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/pablo-neruda/</guid>
         <category><![CDATA[Vamos falar de quem?]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Mulher da minha poesia (de Renato Leite Júnior)]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/mulher-da-minha-poesia-de-renato-leite-junior-/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	
	
	A minha musa
	
	[alma, asas das minhas palavras]
	
	não é uma, nem são mil:
	
	São mil e uma amalgamadas

	
	&nbsp;

	&nbsp;
	&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Sun, 26 Feb 2012 13:05:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/mulher-da-minha-poesia-de-renato-leite-junior-/</guid>
         <category><![CDATA[Poesia da Semana II]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de 16/01/2012]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-16-01-2012/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Ninguém arriscou na Lya Luft, mas esse poeminha com um tom levemente pessimista é dela. Seu título é Dança lenta e eu o copiei do livro "Para não dizer adeus".

	&nbsp;

	"Não somos nem bons nem maus

	somos tristes. Plantados entre chão

	e estrelas, lutamos com sangue,

	pedras e paus, sonho

	e arte.

	Nem vida nem morte:

	somos lúcida vertigem,

	glória e danação. Somos gente:

	dura tarefa.

	Com sorte, aqui e ali a ternura faz parte".

	
		
		&nbsp;


	E pra não dizer que ela...]]></description>
         <pubDate>Tue, 07 Feb 2012 07:57:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-16-01-2012/</guid>
         <category><![CDATA[Resposta Poesiômetro]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Sem medo]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/sem-medo/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Nem vem, que não tem.

	Não tem jeito de ter medo do escuro.

	E da rua deserta.

	Não tem jeito de perder minha voz

	e ficar sem assunto.

	Não tem jeito de deixar de ter fé,

	esperar pelo que não se vê.

	Nem precisa de muita coisa:

	basta o sol incendiando o meu rosto,

	quando ainda é madrugada.

	O milagre de ver o dia nascendo, quando a gente menos espera...
]]></description>
         <pubDate>Tue, 07 Feb 2012 07:45:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/sem-medo/</guid>
         <category><![CDATA[Poesia da Semana II]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Recado de Renato]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/recado-de-renato/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Nome: Renato Leite Junior
	
	
	
	Assunto: Parabéns pelo blog.
	
	Mensagem:
	Saudações. Recebi de sua irmã, por e-mail, o profícuo convite para visitar seu blog. Parabéns, não somente pela organização do espaço, mas também por sua forma de escrita! Apreciei bastante! Aproveito o ensejo para enviar minha (primeira) contribuição: um poema visceral (se é que algum poema não seja) de Elisa Lucinda. Grande abraço. Continuarei as visitas.

	&nbsp;

	&nbsp;

	Muito obrigada, Renato. o poema...]]></description>
         <pubDate>Tue, 31 Jan 2012 15:59:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/recado-de-renato/</guid>
         <category><![CDATA[Outros comentários]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de janeiro de 2012]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-janeiro-de-2012/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Ela mesma! Toni Morrison. Sei que já tinha postado coisas dela, mas não resisti. Nessas férias eu mergulhei de cabeça no livro mais importante da autora. O que lhe rendeu o Pulitzer de 1988: Amada. O primeiro da trilogia que ainda inclui outros dois títulos: Paraíso e Jazz.

	&nbsp;

	Em Amada, Toni conta a história de Sethe, ex escrava que foge da fazenda onde vivia para encontrar com seus filhos que já tinham partido primeiro. Ela estava grávida de Denver, a filha que nasceu...]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Jan 2012 17:17:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-janeiro-de-2012/</guid>
         <category><![CDATA[Resposta Poesiômetro]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Você conhece esta voz? Responda ao questionário neste site.]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/voc%c3%aa%20conhece%20esta%20voz-%20responda%20ao%20questionario%20neste%20site-/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	"Não somos nem bons nem maus

	somos tristes. Plantados entre chão

	e estrelas, lutamos com sangue,

	pedras e paus, sonho

	e arte.

	&nbsp;

	Nem vida nem morte:

	somos lúcida vertigem,

	glória e danação. Somos gente:

	dura tarefa.

	Com sorte, aqui e ali a ternura faz parte".

	&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Mon, 16 Jan 2012 17:38:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/voc%c3%aa%20conhece%20esta%20voz-%20responda%20ao%20questionario%20neste%20site-/</guid>
         <category><![CDATA[Poesiômetro]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de 28 de dezembro de 2011]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-28-de-dezembro-de-2011/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Não vou arriscar falando muito sobre a Lygia. "As meninas" foi o primeiro e único livro que li de sua autoria (pasmem!). Mas sei, dos tempos de escola, que ela é dos principais nomes da nossa literatura.

	&nbsp;

	Neste livro, ela conta a história de três moças que moram num pensionato, nos tempos da ditadura militar no Brasil. Cada uma das moças tem a oportunidade de falar sobre si mesma e a autora passeia muito desembaraçadamente entre as três, muitas vezes sem aviso prévio. É uma...]]></description>
         <pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:14:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-28-de-dezembro-de-2011/</guid>
         <category><![CDATA[Resposta Poesiômetro]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Poesia da Semana II]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/poesia-da-semana-ii/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	&nbsp;

	Tão bonitinha, minha filha.

	E esperta.

	Daquele jeito de entender as coisas com pouco.

	Pouco assunto.

	Ligou pra dizer que daqui uns dias vai mergulhar e ver os peixes no fundo do mar.

	Não garante tirar fotos. A máquina pode molhar.

	A saudade ela equilibra assim, contando os dias.

	Faltam quatro para o mergulho e os peixes.

	Quinze pra gente se encontrar de novo.

	E quarenta para o seu aniversário.

	Ceca, você é de ouro. E mais os brilhantes que te cercam.
]]></description>
         <pubDate>Thu, 12 Jan 2012 20:59:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/poesia-da-semana-ii/</guid>
         <category><![CDATA[Página inicial]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de 23 de novembro de 2011]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-23-de-novembro-de-2011/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Simone de Beauvoir foi a esposa de Sartre e eu não sei direito porque tenho que começar a falar dela assim, como a esposa de alguém. Eu a conheci quando li uns trechos de "O Segundo Sexo", quase uma Bíblia do Feminismo, na época em que me sentia feminista. Foi um susto encontrar um livro dela de ficção, ainda que inconfundivelmente feminista e até auto biográfico, porque a gente sempre escreve sobre a gente, no fim das contas.

	Isso aconteceu numa tarde linda em que andava no Rio de...]]></description>
         <pubDate>Wed, 28 Dec 2011 10:49:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-23-de-novembro-de-2011/</guid>
         <category><![CDATA[Resposta Poesiômetro]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Recado de Carla]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/recado-de-carla/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Linda a poesia "Por que escrevo"!
	
	Parabéns pelo seu talento e sua sensibilidade !

	&nbsp;

	&nbsp;

	Obrigada, Carla.

	Apareça sempre. Beijos.

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Mon, 28 Nov 2011 10:08:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/recado-de-carla/</guid>
         <category><![CDATA[Outros comentários]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Carol- sobre Toni Morrison]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/carol-sobre-toni-morrison/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Uau! Fiquei com muita vontade de conhecer Toni Morrison, também, depois de ler o resultado do Poesiômetro assim desse jeito tão completo, intenso. Amei.

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Thu, 24 Nov 2011 16:01:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/carol-sobre-toni-morrison/</guid>
         <category><![CDATA[Outros comentários]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de 27/09/2011]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-27-09-2011/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	Toni Morrison é a minha escritora preferida. Será que a Adélia Prado vai ficar enciumada?

	Não é sem motivo que as duas são mulheres e conquistaram o meu coração de mulher apaixonada.

	Sua escrita (Toni) é feminina e complexa. O fato de incluir a temática da experiência negra em todos os seus romances só a faz ainda mais admirável.

	Ela nasceu em Lorain, no estado de Ohio, Estados Unidos, em 1931 e começou a escrever no final dos anos sessenta, quando se separou do marido, com...]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Nov 2011 15:31:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-27-09-2011/</guid>
         <category><![CDATA[Resposta Poesiômetro]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de 24/03/2011]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-24-03-2011/</link>
         <description><![CDATA[
	Depois de tanto tempo e alguns poucos votos (hehehehe), trago a resposta ao teste do Poesiômetro de 24 de março.

	À colaboradora (ou colaborador, obviamente) que votou em Clarice, parabéns!

	Nesse texto, a autora faz as vezes do narrador (e escritor) da história de Macabéa, nossa heroína em "A Hora da Estrela".

	Não farei apresentações ao texto, uma vez que muita gente deve tê-lo feito e também porque não me encontro à altura da Clarice, talvez nem para comentá-la. Só quero dizer que esse...]]></description>
         <pubDate>Tue, 27 Sep 2011 14:54:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-24-03-2011/</guid>
         <category><![CDATA[Resposta Poesiômetro]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Boas vindas]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/boas-vindas/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
&nbsp;
Descobri que quando a gente escreve sobre o que sente, arruma as coisas dentro da gente. E ainda corre o risco de alimentar toda sorte de identificação.
Não há, no mundo todo, alguém que, como a gente, sofre das mesmas coisas e sente, mais ou menos, do mesmo jeito?
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Thu, 24 Mar 2011 10:11:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/boas-vindas/</guid>
         <category><![CDATA[Boas vindas]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Teste de 23/03/2011]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-23-03-2011/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
Que Adélia Prado é uma escritora mineira todo mundo sabe. Que nasceu em Divinópolis, todo mundo sabe.
Que escreve de um jeito único, não é novidade.
Que faz poesia em verso e prosa, nosso privilégio.
Achei de bom tom inaugurar o poesiômetro com as palavras desta diva.
&#160;
&#160;
Casamento 


Há mulheres que dizem: 
Meu marido, se quiser pescar, pesque, 
mas que limpe os peixes. 
Eu não. A qualquer hora da noite me levanto, 
ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar. 
É tão bom,...]]></description>
         <pubDate>Thu, 24 Mar 2011 09:06:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/teste-de-23-03-2011/</guid>
         <category><![CDATA[Resposta Poesiômetro]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Recado doce de Carol,  Coralina]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/recado-doce-de-carol-coralina/</link>
         <description><![CDATA[O belo, o singelo, o natural, o tão comum e tão único. Este blog, assim  como suas poesias, têm esses tons, esses momentos que todas (ou todos)  nós passamos, inclusive os bons... É tão "fino" ler você pois te vejo,  como é linda. E conseguindo escrever o que sente mais bonito ainda. Amo  você, minha flor de delicadeza.]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Mar 2011 11:11:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/recado-doce-de-carol-coralina/</guid>
         <category><![CDATA[Outros comentários]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Trecho da semana]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/trecho-da-semana/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
"... 
O silêncio de quando nos vimos a primeira vez
atravessa a cozinha como um rio profundo.
Por fim, os peixes na travessa, 
vamos dormir.
Coisas prateadas espocam:
somos noivo e noiva." ]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Mar 2011 08:37:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/trecho-da-semana/</guid>
         <category><![CDATA[Poesiômetro]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[O que é o poesiômetro?]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/o-que-e-o-poesiometro-/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
Teste sua habilidade de identificar o(a) poeta.
Cada autor(a) tem seu estilo. Seu modo de dizer as coisas que sente.
E a gente, vai, aos poucos, entendendo que, dificilmente, ele(a) muda, ao longo do tempo o seu jeito único de se revelar.
Se você conhece o trecho, ótimo. Se não, arrisque dizer quem é o(a) dono(a) das palavras.
Respostas e mais trechos da poesia na próxima edição.
Ah, não vale pesquisar na internet. Só vale sua memória ou seu desconfiômetro apurado.]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Mar 2011 08:23:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/o-que-e-o-poesiometro-/</guid>
         <category><![CDATA[Poesiômetro]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Proseando]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/proseando/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
Poesia não precisa de verso, nem de rima. Sobretudo quando ela quer uma frase mais longa pra se expressar. Por isso, e porque ontem eu li muito a sólida franqueza poética de Adélia Prado, e em prosa, fiquei com vontade de prosear.
Assim, se vocês não se incomodam, e se ainda estão aí, a bisbilhotar, (se algum dia estiveram), nos próximos dias, vou fazer meu discurso em linha reta, sem interrupção, nada escondido nas quebradas das linhas, assim do jeito que sou hoje. 
&#160;
&#160;]]></description>
         <pubDate>Mon, 14 Mar 2011 07:57:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/proseando/</guid>
         <category><![CDATA[Notícias]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Resposta a Fabiana Oliveira]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/resposta-a-fabiana-oliveira/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
Fabi, obrigada pela visita. E pelas palavras tão encorajadoras. Você bem sabe o trabalho que dá querer ser uma mulher com M maiúsculo. A gente continua se vendo por aqui. Beijos.]]></description>
         <pubDate>Thu, 24 Feb 2011 13:56:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/resposta-a-fabiana-oliveira/</guid>
         <category><![CDATA[Outros comentários]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Fabiana Oliveira]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/fabiana-oliveira/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
&#160;
Adorei, afinal um site com a cara de uma Mulher de atitude, uma Mulher com M maiúsculo, uma Mulher que sabe o que quer.
&#160;Adorei.
&#160;
Parabéns pelo sucesso.]]></description>
         <pubDate>Thu, 24 Feb 2011 13:53:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/fabiana-oliveira/</guid>
         <category><![CDATA[Outros comentários]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Silvana Sá Barreto]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/silvana-sa-barreto/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
Magnífico o blog. Magnífica a poesia em todo ele! Obrigada, Poetisa, por nos dar esses presentes todos!

Seja muito bem vinda!

Beijo grande.
&#160;
&#160;]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Feb 2011 11:37:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/silvana-sa-barreto/</guid>
         <category><![CDATA[Outros comentários]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Resposta a Gentil]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/resposta-a-gentil/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
Obrigada, Gentil. Que a gente possa trocar finuras daqui pra frente. Beijos.
]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Feb 2011 11:25:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/resposta-a-gentil/</guid>
         <category><![CDATA[Outros comentários]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Resposta a Irah]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/resposta-a-irah/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
&#160;
Irah, eu também me empolgo quando vejo uma mulher dizendo o que sente e agradeço a Deus por ter me agraciado com a chance de usar a poesia como meu jeito de me expressar. Obrigada por me visitar. Apareça quando quiser. Um beijo.
]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Feb 2011 11:25:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/resposta-a-irah/</guid>
         <category><![CDATA[Outros comentários]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Resposta a Loiana]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/resposta-a-loiana/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
Obrigada. Sucesso pra todas nós.
]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Feb 2011 11:24:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/resposta-a-loiana/</guid>
         <category><![CDATA[Outros comentários]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Nota aos visitantes]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/nota-aos-visitantes/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
Finuras é um site de poesia e de desabafo. É meu desabafo poético que   quero dividir com quem estiver interessado. Eu digo que faço poesia, mas   nem sei direito se posso me gabar assim. Vamos ver no que vai dar.]]></description>
         <pubDate>Mon, 31 Jan 2011 20:03:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/nota-aos-visitantes/</guid>
         <category><![CDATA[Notícias]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Por que um site de poesia do cotidiano?]]></title>
         <link>http://finuras.webnode.pt/news/site-aberto-ao-publico/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
Sou mulher. Tenho 35 anos e amo escrever tanto quanto gosto de ler. Das   leituras que faço e das coisas que escrevo, o cotidiano me atrai e me   identifica. Cada dia sinto uma coisa, cada hora sou outra de mim mesma.
Por que um site? Porque não há diário que não queira ser lido e eu   cansei de ler pra mim mesma. Quero convidar outros pra lerem o que leio e   sentirem o que sinto. Quero me comunicar. Ando achando que, no fim das   contas, é só isso que a gente quer.]]></description>
         <pubDate>Mon, 31 Jan 2011 20:02:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://finuras.webnode.pt/news/site-aberto-ao-publico/</guid>
         <category><![CDATA[Notícias]]></category>
      </item>
   </channel>
</rss>